Nossa História

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Um agricultor e um sonho de transformar sua comunidade através do plantio de árvores e preservar o meio ambiente, visando criar uma nova realidade que promovesse a conscientização ambiental nos lares de sua comunidade.
A Semear Ação teve início em 2010, impulsionada pela iniciativa do agricultor Francisco José Pereira de Sousa, conhecido como Neno. Após retornar para Croatá dos Martins, no interior do Ceará, Neno se deparou com uma comunidade carente de práticas de educação ambiental e com alto índice de crianças e adolescentes ociosos nas ruas, impactando negativamente o futuro local.

Como amante da natureza, Neno começou a produzir mudas de árvores em sua residência e a plantá-las nas ruas, inicialmente enfrentando resistência. Persistente, ele continuou suas ações de reflorestamento, buscando despertar o interesse da comunidade pela causa ambiental. 
Agricultor Francisco José Pereira de Sousa
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  Para engajar os jovens, Neno construiu uma pequena piscina em sua casa e propôs um acordo: em troca de momentos de lazer e recreação, os adolescentes ajudariam a encher saquinhos para produção de mudas. Esse projeto não apenas incentivou o reflorestamento, mas também promoveu a conscientização ambiental entre os moradores. 

  Com o tempo, as atividades cresceram e deram origem ao projeto conhecido como "Projeto Tamarindo", focado em oferecer oportunidades de cultura, esporte, lazer e educação ambiental para crianças e adolescentes. A partir daí, familiares de Neno e membros da comunidade formalizaram a Associação de Cultura Ambiental de Varjota (ACAV), que evoluiu para a Semear Ação.

  Atualmente, a Semear Ação continua seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, inclusão social e promoção de uma comunidade mais justa e consciente ambientalmente.

ONG passou a existir a partir da reflexão do agricultor Francisco José Pereira de Souza, que em sua juventude viveu no município de São Paulo e ao voltar para o interior na comunidade de Croatá dos Martins, se deparou com um lugar de poucas perspectivas e cultura de educação ambiental inexistente, com alto índice de crianças, jovens e adolescentes nas ruas ociosos, que tornaria o futuro da comunidade cada vez sem boas expectativas. Logo, por ser amante da natureza, começou a produzir mudas de árvores em sua própria residência, e passou a plantar nas ruas da comunidade, no início teve bastante rejeição, mas o mesmo não desânimou, e continuou com suas ações de reflorestamento, na expectativa que as crianças, adolescentes e adultos, despertassem interesse em abraçar a mesma causa, com perspectiva de transformação da cultura ambiental local.